Artrose no quadril: tratamento deve começar imediatamente
Desconforto e uma sensação de rigidez na virilha, nádega ou coxa, ao acordar, pela manhã, são os primeiros sinais. Ao longo do dia, em movimento, as dores ficam mais fortes, mas melhoram quando há uma pausa para um descanso. Com o tempo, o alívio da...
Desconforto e uma sensação de rigidez na virilha, nádega ou coxa, ao acordar, pela manhã, são os primeiros sinais. Ao longo do dia, em movimento, as dores ficam mais fortes, mas melhoram quando há uma pausa para um descanso. Com o tempo, o alívio da dor diminui mesmo sem movimento, e a articulação do quadril fica “dura”. Esse é o quadro da artrose de quadril, que atinge um número cada vez maior de pessoas. Só nos Estados Unidos, mais de 10 milhões de norte-americanos estão diagnosticados com a doença no quadril.
“A cartilagem se desgasta e à medida que isso acontece os ossos começam a se atritar uns nos outros, o que causa dor durante o movimento. Com a aceleração desse processo, além da dor constante, a pessoa tem dificuldade de cruzar as pernas, de colocar meias e sapatos, lavar o pé, caminhar, dormir à noite, não consegue ficar em pé por longos períodos e tem uma marcha prejudicada. É muito importante que o tratamento comece cedo, pois assim será mais fácil devolver a qualidade de vida perdida. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico especialista”, alerta o Reumatologista e Fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de reumatologia da UFF.
Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico especialista
Além do exame clínico, o médico poderá solicitar um raio-x ou mesmo uma tomografia ou uma ressonância magnética para diagnosticar a artrose. Mas para um melhor resultado do tratamento, também poderá ser solicitado uma avaliação muscular isocinética por dinamometria computadorizada, moderno exame que indica exatamente o grupo muscular fragilizado, permitindo foco na reabilitação e, assim, resultados mais rápidos. “Idade avançada, obesidade e alguma lesão que tenha forçado a cartilagem do quadril, além de histórico familiar, são os principais fatores de risco da artrose”, explica o Dr. Haim.
A boa notícia é que é possível restabelecer a qualidade de vida perdida. Há tratamento para a artrose do quadril, que inclui medicamentos específicos e a utilização de protocolos que incluem hidroterapia (em piscina especial para essa atividade, com a temperatura da água entre 32 e 34 graus centígrados, com as duas piscinas disponíveis no CREB exclusivamente para esse fim, além de Pilates, acupuntura, RPG e fisioterapia. “O tratamento é individualizado. Temos alcançado sucesso, eliminando a dor e devolvendo ao paciente uma boa mobilidade articular. Em muitos casos, temos usado a viscossuplementação, para restaurar a qualidade visco elástica da articulação, melhorando a dor e a mobilidade da articulação. O importante é que podemos devolver a qualidade de vida perdida, mas reforço que ao menor sinal de dor, é preciso procurar um especialista”, finaliza o Dr. Haim.
CREB inova mais uma vez: novos serviços Fix It e Elastic já estão à disposição
Novas soluções terapêuticas que estão provocando uma revolução na Ortopedia
Faz parte do DNA do Centro de Reumatologia e Ortopedia – CREB – inovar e oferecer aos seus pacientes o que há de mais moderno quando se fala em tratamentos de doenças musculoesqueléticas. Foi assim, por exemplo, quando fomos uma das primeiras clínicas de ortopedia e reumatologia a oferecer aos seus pacientes o raio-X digital e o Tratamento de Ondas de Choque (TOC).
O CREB volta a inovar, ao oferecer duas novas soluções que estão provocando uma revolução em suas áreas de atuação: o Fix It e o Elastic. “Faz parte da história do CREB se antecipar e buscar as melhores e mais modernas opções de tratamento para os nossos pacientes. Não à toa, somos considerados uma referência em ortopedia e reumatologia. Unimos o tratamento individualizado e humanizado a um corpo clínico especializado e extremamente experiente e as mais modernas técnicas e tratamentos. Estamos sempre atentos aos lançamentos em nossa área”, garante o Dr. Rodrigo Kaz, ortopedista do CREB.
Fix It: adeus ao gesso
Só quem já precisou imobilizar pernas ou braços sabe o quão desagradável é utilizar o gesso. A garotada até gosta de assinar e fazer desenhos sobre ele, mas seu uso incomoda, provoca coceira e calor e requer cuidados no banho e em dias de chuva porque simplesmente não pode molhar. Isso sem falar no peso que o gesso tem.
“O Fix It é uma órtese que utiliza plástico biodegradável e é impresso em 3D, substituindo o uso do gesso e oferecendo uma experiência muito mais agradável para o paciente. Pode molhar à vontade, é leve, como tem grandes furos é arejado, não é alergênico, é biodegradável e permite que o paciente leve uma vida absolutamente normal. Ele até esquece que está usando uma órtese”, explica a fisioterapeuta Tatiana Matos, do CREB.
De acordo com o fabricante, mais de 5 toneladas de gesso já deixaram de se descartadas no meio ambiente por conta desta inovação, utilizada em dez países. São mais de 20 soluções disponíveis para os pacientes, entre imobilizadores de punho, mãos, dedos, braço e antebraço. “O Fix It se molda perfeitamente para cada paciente. A instalação é limpa e imediata e a órtese é higienizável, resistente e, se não bastasse, é bonita. E o resultado é muito bom”, ressalta Tatiana, pontuando que o CREB é uma das primeiras clínicas a oferecer esta tecnologia de ponta.
Elastic, a novidade para medir potência muscular
Outra inovação que o CREB traz para os seus pacientes em primeira mão é o Elastic, uma nova tecnologia que mede a potência muscular do paciente. “Este aparelho diagnostica a fraqueza muscular e aponta o tratamento ideal para o problema apresentado. É um software e um dinamômetro capazes de captar a força muscular do paciente em diversas partes do corpo. O software disponibiliza para o médico assistente gráficos e relatórios extremamente úteis para a avaliação”, explica o ortopedista do CREB.
Segundo o Dr. Rodrigo, o uso do Elastic é indicado em casos de fraqueza muscular, pós-engessamento, pós-covid, pós-internação e para qualquer paciente que esteja sentindo perda de força por algum motivo. “Essa tecnologia de ponta é um importante aliado na definição do melhor tratamento em reabilitação. Mais uma vez, estamos na vanguarda do cuidado na recuperação de seus pacientes, oferecendo o que há de mais moderno e efetivo quando se fala em doenças musculoesqueléticas”, garante o ortopedista do CREB.
Uso de palmilhas posturais pode eliminar dores constantes nos pés
Dores constantes na coluna, no quadril, joelho, tornozelo ou pé podem indicar algum tipo de distúrbio nos pés, com alteração no tipo de pisada e consequente desequilíbrio postural.
Um médico especialista deve ser consultado para apontar o diagnóstico e o tratamento correto. A baropodometria é um moderno exame, utilizado nestes casos, que auxilia no diagnóstico de inúmeros problemas dos pés e das dores que afligem as pessoas em caminhadas e corridas.
“A baropodometria localiza os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e faz a mensuração precisa da pressão exercida sobre cada um destes pontos. O paciente deve ser avaliado parado e em movimento e esse exame auxilia o médico a determinar se o paciente tem algum problema ou doença. Alterações posturais observadas nesta avaliação podem desencadear dores em regiões como a coluna, quadril, tornozelo, joelho e no próprio pé. Essas alterações podem ser tratadas com a confecção e uso de uma palmilha chamada palmilha postural. Essa palmilha tem como objetivo reduzir o pico de pressão da pisada e redistribuir corretamente a força de reação ao solo por toda a região plantar”, explica o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Segundo ele, a baropodometria deve ser solicitada para avaliar por exemplo, alterações como pé plano ou cavo, calcâneo valgo ou varo, esporão de calcâneo, fasciíte plantar, tendinites, metatarsalgias, neuroma de Morton, diferença de comprimento de membros inferiores (perna curta), hálux valgo (joanete), artroses, dores nas plantas dos pés, dor na coluna, quadril, joelho e tornozelo, periostites (canelite) e fraturas por estresse. “A reprogramação postural através de palmilhas auxilia na abordagem preventiva e terapêutica. O funcionamento da técnica se baseia no princípio da correção da origem dos desequilíbrios encontrados no corpo. O paciente tem avaliada as entradas sensório-motoras, que podem estar pertubando sua postura. O pé é um local freqüente de origem de distúrbios e alterações no tipo de pisada demonstram isso. Assim, a pessoa poderá ter uma alteração no funcionamento de seu tornozelo, seus joelhos e quadris poderão ficar sobrecarregados, até que uma estrutura ou articulação no corpo não consiga se adaptar ao estímulo, provocando sintomas com o a dor ”, explica o médico.
– O uso destas palmilhas corrige assimetrias posturais, nivelando a bacia, diminuindo a torção de troncos e contribui para a melhora da congruência das articulações e amenizando a sobrecarga na coluna vertebral, nos joelhos e nos pés. A baropodometria é um exame indolor, não invasivo e de alta precisão. Indivíduos de qualquer idade que querem iniciar uma atividade física, atletas amadores e profissionais e portadores de deformidades posturais e nos pés têm indicação de fazer o exame – finaliza o Dr. Marcio.
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